É no interior da Bahia que esta história começa. Na Chapada Diamantina, entre as serras de Santana e da Tromba, está Piatã, uma cidade marcada por suas belezas naturais, pelo frio aconchegante e pelos 1.300 metros de altitude, condições que favorecem a produção de cafés especiais e conferem características únicas ao seu terroir. É nesse cenário que estão localizadas as fazendas da família Rigno: São Judas Tadeu, Ouro Verde e Tijuco.
Foi também nesse lugar que, há mais de 50 anos, nasceu a história de amor entre Antônio Rigno e Teresinha Pereira. Juntos, construíram uma trajetória que levaria o nome de Piatã e de seus cafés para além das fronteiras do Brasil.


São mais de 40 anos de dedicação à cafeicultura. Após quase duas décadas trabalhando com commodities, Antônio Rigno passou a se dedicar à produção de cafés especiais, dando início a uma nova fase em sua trajetória e na história da família. Uma escolha que ajudaria a transformar a identidade dos negócios familiares e a impulsionar o desenvolvimento da cafeicultura de qualidade na região.
Em uma região que ainda tinha muito a explorar, mas já revelava um enorme potencial, Antônio tornou-se pioneiro, inspirando outros produtores a investirem na qualidade dos grãos e contribuindo para transformar Piatã em um dos nomes de destaque da cafeicultura brasileira.

2009 · Cup of Excellence
Na décima edição brasileira do Cup of Excellence, a família Rigno conquistou o primeiro lugar com a Fazenda Ouro Verde, tornando-se a primeira produtora de café da Bahia a vencer o concurso, uma das mais importantes competições de cafés especiais do mundo.
A conquista marcou um capítulo decisivo para a cafeicultura baiana e projetou os cafés de Piatã para novos mercados.

2014 · Cup of Excellence
Em 2014, a família Rigno alcançou mais um feito histórico ao colocar suas três fazendas no pódio do Cup of Excellence. A Fazenda Ouro Verde conquistou o primeiro lugar, seguida pela Fazenda São Judas Tadeu, em segundo, e pela Fazenda Tijuco, em terceiro.
Um resultado que demonstrou a consistência do trabalho da família e a qualidade alcançada em suas diferentes propriedades.

2014 · Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café
Em 2014, o Café Rigno venceu o 11º Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café — Safra 2014. Com um lote de café arábica da variedade Catuaí, na categoria Cereja Descascado/Despolpado, conquistou não apenas o primeiro lugar da categoria, mas também o título de campeão geral da competição.

2015 · Cup of Excellence
Em 2015, a família Rigno voltou a fazer história no Cup of Excellence. A Fazenda São Judas Tadeu alcançou 91,22 pontos, enquanto a Fazenda Ouro Verde obteve 90,03 pontos, garantindo à família o primeiro e o segundo lugares, respectivamente.
Pelo segundo ano consecutivo, duas fazendas da família ocuparam as primeiras posições do concurso. Com essa conquista, a Rigno chegou ao tricampeonato na competição, reafirmando a consistência de seu trabalho na produção de cafés especiais.

2019 · Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café
Em 2019, o Café Rigno voltou ao primeiro lugar no Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café. Mais uma vez, seus grãos se destacaram na avaliação dos jurados, alcançando nota 89,2.

2020 · Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café
No ano seguinte, a Rigno conquistou novamente o primeiro lugar, tornando-se bicampeã consecutiva no Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café. A vitória na 17ª edição da competição destacou a regularidade de uma produção construída com conhecimento, dedicação e rigor em cada etapa.

2022 · Cup of Excellence
Em 2022, foi a vez da Fazenda Tijuco levar o Café Rigno ao topo do Cup of Excellence. Com essa conquista, a família alcançou o tetracampeonato no concurso, ampliando um histórico de resultados expressivos na cafeicultura brasileira.

2022 · Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café
Ainda em 2022, o Café Rigno conquistou o 19º Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café, alcançando também o tetracampeonato na competição.
O sonho de ter uma torrefação dentro de uma cafeteria foi o ponto de partida para um novo capítulo na história da família Rigno. A ideia cresceu, ganhou identidade e deu origem a uma marca própria: a Tijuco, batizada em homenagem a uma das fazendas da família Rigno.
Com a possibilidade de selecionar, torrar e desenvolver seus próprios cafés, a família ampliou sua atuação no mercado de cafés especiais, integrando produção, torrefação e consumo. Dessa forma, passou a acompanhar ainda mais de perto cada etapa do processo, preservando o cuidado com o café desde o plantio até a chegada à casa de cada consumidor.
Mais do que torrar café, a Tijuco busca valorizar a riqueza da produção baiana, com a missão de levar os cafés especiais da Bahia para todos os cantos do Brasil. Principalmente os cafés produzidos por pequenos produtores, valorizando a produção local e respeitando uma tradição familiar que atravessa gerações.
